Aos 07 de julho de 1899, no paroquiato do Côn. Francisco Severiano de Figueredo, então pároco de Acari, foi fundado em nossa cidade o primeiro centro do AO da nossa região, cuja primeira presidente foi Guilhermina Bezerra de Medeiros ( Dona Bibi ), de saudosa memória, ficando à frente de nosso Apostolado desde 1899 a 1945.
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
sábado, 3 de outubro de 2015
Oração pela Canonização dos Protomártires do Brasil
Senhor Jesus Cristo, o vosso sangue derramado
na cruz tornou-se a fonte sagrada que regou o testemunho dos
mártires brasileiros, mortos pela fé, nos primórdios de nossa
evangelização.
Fazei que os bem-aventurados André de Soveral e Ambrósio
Francisco Ferro, sacerdotes, Mateus Moreira e os 27 leigos,
seus companheiros, sejam reconhecidos como santos pela
Igreja, para a vossa maior
glória e o fortalecimento de nossa fé,
Por sua intercessão pedimos a graça... Amém
03/10 - 370 Anos do Martírio de Uruaçu - Protomártires do Brasil
História
Em
16 de junho de 1645, o Pe. André de Soveral e outros 70 fiéis foram
cruelmente mortos por 200 soldados holandeses e índios potiguares. Os
fiéis estavam participando da missa dominical, na Capela de Nossa
Senhora das Candeias, no Engenho Cunhaú – no município de Canguaretama
(RN). O que motivou a chacina? A intolerância calvinista dos invasores
que não admitiam a prática da religião católica: isso custou-lhes a
própria vida.
A chacina de Cunhaú
O
movimento de insurreição contra o domínio holandês começou em
Pernambuco, mas, na capitania do Rio Grande do Norte, tudo parecia
normal. Bastou, porém, a presença de uma só pessoa para que o clima se
tornasse tenso: Jacó Rabe, um alemão a serviço dos holandeses. Ele
chegara a Cunhaú no dia 15 de julho de 1645.A simples presença de Rabe e
dos tapuias era motivo para suspeitas e temores. Suas passagens por
aquelas paragens eram freqüentes, sempre acompanhado dos ferozes
tapuias, semeando por toda parte ódio e destruição.
No dia 16 de julho, Domingo, um
grande número de colonos estava na igreja, para a missa dominical
celebrada pelo Pároco, Pe. André de Soveral.Após a elevação da hóstia e
do cálice, erguendo o Corpo do Senhor, para a adoração dos presentes, a
um sinal de Jacó Rabe, foram fechadas todas as portas da Igreja e se deu
início à terrível carnificina. Foram cenas de grande atrocidade: os
fiéis em oração, tomados de surpresa e completamente indefesos, foram
covardemente atacados e mortos pelo flamengo com a ajuda dos tapuias e
potiguares. Ao perceber que iam ser mesmo sacrificados, os fiéis não se
rebelaram. Ao contrário, ‘entre mortais ânsias se confessaram ao sumo
sacerdote, pedindo-lhe, com grande contrição, perdão de suas culpas.
Chacina de Uruaçu
Três meses depois aconteceu o martírio de mais 80 pessoas, e s empre pelas mãos
dos calvinistas holandeses. Entre elas estava o camponês Mateus
Moreira, que teve o coração arrancado pelas costas, enquanto repetia a
frase: “Louvado seja o Santíssimo Sacramento”. Isso aconteceu na
Comunidade de Uruaçu, em São Gonçalo do A marante (a 18
km de Natal.Também desta vez tudo aconteceu sob o comando de Rabe,
ajudado pelo chefe potiguar Antônio Paraopaba.A descrição da morte de
Mateus Moreira é o ponto mais expressivo de toda a narrativa de Uruaçu e
constitui um dos mais belos testemunhos de fé na Eucaristia, confessada na hora do martírio.
Processo de beatificação
Segundo
Mons. Francisco de Assis Pereira, Postulador da Causa de beatificação
desses Mártires, “a memória dos servos de Deus sacrificados em Cunhaú e
Uruaçu, em 1645, permaneceu viva na alma do povo potiguar, que os venera
como autênticos defensores da fé católica”. O processo de beatificação
foi concedido pela Santa Sé, no dia 16 de junho de 1989, e, em 21 de
dezembro de 1998, o Papa João Paulo II assinou o Decreto reconhecendo o
martírio de 30 brasileiros, sendo dois sacerdortes e 28 leigos.Mons.
Assis acompanhou o processo por mais de dez anos, reunindo documentos em
pesquisas realizadas em Portugal, Holanda e no Brasil. Deste material
resultou o livro Protomártires do Brasil, de sua autoria.
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Cinco virtudes de São José que todo homem deveria ter
A vida dos santos precisa ser para nós como um livro vivo, no qual lemos as virtudes que têm sua fonte no próprio Cristo
Pelo menos, este é o objetivo da Igreja
quando se canoniza alguém: dizer aos cristãos que a santidade é possível
e propor um caminho para ajudá-los a chegar a este propósito, fim de
todo homem, criado à imagem e semelhança de Deus. Trata-se de vidas que
se permitiram ser modeladas pela graça, a tal ponto que chegam a ser um
anúncio da santidade de Deus mesmo. No mês de março, a Igreja nos propõe
celebrarmos a solenidade de São José, pai adotivo de Jesus. Quais poderiam ser então as virtudes vividas por José, as quais todos os homens são chamados a imitar? Esta é uma tarefa um tanto quanto árdua, pois sua figura é marcada pelo escondimento e pela discrição.
O Catecismo da Igreja Católica diz que “a pessoa virtuosa é aquela que livremente pratica o bem” (CIC 1804). E o bem não poderia ser outra coisa senão a própria vontade de Deus. Ora, vemos no Evangelho segundo Mateus que José foi dócil a essa vontade. E nessa docilidade, vemos uma manifestação da virtude da fé, pois por meio dela, “o homem livremente se entrega todo a Deus” (CIC 1814). “Despertando, José fez como o anjo do Senhor lhe havia mandado e recebeu em sua casa sua esposa.” (Mt 1,24). Na busca de fazer sempre a vontade do Pai, podemos vislumbrar também em José a virtude da prudência, dado que esta « dispõe a razão prática a discernir, em qualquer circunstância, nosso verdadeiro bem e a escolher os meios adequados para realizá-los » (CIC 1806). Pois, afinal de contas, onde poderia estar nosso bem verdadeiro senão na prática da vontade de Deus?
Neste mesmo Evangelho, vemos uma outra virtude em São José: ele era um homem justo. O texto bíblico o diz explicitamente (cf. Mt 1,19). Este termo, dentro do contexto bíblico, vai muito além do significado de justiça que temos em nossas sociedades contemporâneas. Ele exprime a ideia de alguém que é fiel, «que observa a lei». E esta fidelidade à lei, esta observância gera, por consequência, uma retidão no agir, seja para com Deus, seja para com os homens. Vemos, então, a virtude da justiça : « A justiça é a virtude moral que consiste na vontade constante e firme de dar a Deus e ao próximo o que lhes é devido » (CIC 1807). Em sua vida, diante daquilo que Deus lhe pedia, José não poderia lhe dar outra a não ser a realização de sua santa vontade.
Podemos também afirmar que São José tinha a virtude da fortaleza, uma das quatro virtudes cardeais. Pois, a fortaleza consiste em tornar o homem capaz de ter «segurança nas dificuldades, firmeza e constância na procura do Bem» (CIC 1808). E diante do que José viveu com Maria, antes do nascimento de Jesus, a procura de um lugar para que ela desse à luz, e depois fugindo da perseguição de Herodes, sem a virtude da fortaleza, talvez José não tivesse suportado a pressão das dificuldades exteriores. Essa virtude também o ajudou a permanecer na procura deste Bem, ou seja, da vontade de Deus que lhe havia sido claramente manifestada.
Por fim, José foi aquele que viveu a virtude do amor. Sem ela, ele não teria assumido viver a vontade de Deus como ela se lhe apresentou. « A caridade é a virtude teologal pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas, por si mesmo, e a nosso próximo como a nós mesmos, por amor a Deus » (CIC 1822). Ao amarmos o Senhor, amamos igualmente Sua vontade e assumimos firmemente todas as consequências que lhe são vinculadas. Desta maneira, podemos ver na vida de São José, mesmo que contada tão brevemente pelos evangelhos, a presença deste movimento de amor que o levou a amar a Deus até as últimas consequências.
O Catecismo da Igreja Católica diz que “a pessoa virtuosa é aquela que livremente pratica o bem” (CIC 1804). E o bem não poderia ser outra coisa senão a própria vontade de Deus. Ora, vemos no Evangelho segundo Mateus que José foi dócil a essa vontade. E nessa docilidade, vemos uma manifestação da virtude da fé, pois por meio dela, “o homem livremente se entrega todo a Deus” (CIC 1814). “Despertando, José fez como o anjo do Senhor lhe havia mandado e recebeu em sua casa sua esposa.” (Mt 1,24). Na busca de fazer sempre a vontade do Pai, podemos vislumbrar também em José a virtude da prudência, dado que esta « dispõe a razão prática a discernir, em qualquer circunstância, nosso verdadeiro bem e a escolher os meios adequados para realizá-los » (CIC 1806). Pois, afinal de contas, onde poderia estar nosso bem verdadeiro senão na prática da vontade de Deus?
Neste mesmo Evangelho, vemos uma outra virtude em São José: ele era um homem justo. O texto bíblico o diz explicitamente (cf. Mt 1,19). Este termo, dentro do contexto bíblico, vai muito além do significado de justiça que temos em nossas sociedades contemporâneas. Ele exprime a ideia de alguém que é fiel, «que observa a lei». E esta fidelidade à lei, esta observância gera, por consequência, uma retidão no agir, seja para com Deus, seja para com os homens. Vemos, então, a virtude da justiça : « A justiça é a virtude moral que consiste na vontade constante e firme de dar a Deus e ao próximo o que lhes é devido » (CIC 1807). Em sua vida, diante daquilo que Deus lhe pedia, José não poderia lhe dar outra a não ser a realização de sua santa vontade.
Podemos também afirmar que São José tinha a virtude da fortaleza, uma das quatro virtudes cardeais. Pois, a fortaleza consiste em tornar o homem capaz de ter «segurança nas dificuldades, firmeza e constância na procura do Bem» (CIC 1808). E diante do que José viveu com Maria, antes do nascimento de Jesus, a procura de um lugar para que ela desse à luz, e depois fugindo da perseguição de Herodes, sem a virtude da fortaleza, talvez José não tivesse suportado a pressão das dificuldades exteriores. Essa virtude também o ajudou a permanecer na procura deste Bem, ou seja, da vontade de Deus que lhe havia sido claramente manifestada.
Por fim, José foi aquele que viveu a virtude do amor. Sem ela, ele não teria assumido viver a vontade de Deus como ela se lhe apresentou. « A caridade é a virtude teologal pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas, por si mesmo, e a nosso próximo como a nós mesmos, por amor a Deus » (CIC 1822). Ao amarmos o Senhor, amamos igualmente Sua vontade e assumimos firmemente todas as consequências que lhe são vinculadas. Desta maneira, podemos ver na vida de São José, mesmo que contada tão brevemente pelos evangelhos, a presença deste movimento de amor que o levou a amar a Deus até as últimas consequências.
Como saber se o pecado cometido me impede de comungar?
São Paulo expressou com contundência que nem todos estão em condições de receber a comunhão:
“Que cada um se examine a si mesmo, e assim coma desse pão e beba desse cálice. Aquele que o come e o bebe sem distinguir o corpo do Senhor, come e bebe a sua própria condenação.” (1 Cor 11, 28-29) Estas palavras destacam a gravidade do assunto, mas não proporcionam um critério claro sobre quando uma pessoa é digna e quando não é. Por isso, esta questão também foi submetida a debate.
Dá a
impressão, no entanto, que os destinatários da carta – os coríntios –
já tinham alguma ideia a respeito disso. Por isso, é importante ver as
fontes conhecidas da vida da Igreja primitiva.
No final do século I ou começo do século
II, foi escrita a chamada “Didaché” (ou “Doutrina dos Doze Apóstolos”),
na qual se fala bastante da Eucaristia. Após indicar que o
sacramento é somente para os batizados, acrescenta a seguinte frase:
“Quem for santo, aceda; quem for menos, faça penitência”. Ainda que
exija um esclarecimento posterior, este continua sendo um critério
válido, à luz do qual se entende o que foi determinado.
Alguns podem objetar, e com razão: “Mas
quem pode dizer que é santo?”. Livre de todo pecado, ninguém. Por isso,
aproximar-se da comunhão deve ser penitencial, para purificar-nos ao
máximo. O mais adequado é receber a comunhão quando já há uma comunhão
da alma com o Senhor.
Mas há diversas situações, como também há diversos tipos de pecado. O pecado mortal
rompe totalmente esta comunhão e, neste caso, a penitência requerida
exige a recepção do sacramento da Penitência como condição prévia.
Por isso, o Código de Direito
Canônico estabelece que, quem tiver consciência de estar em pecado
grave, não celebre Missa (no caso de ser padre) nem comungue o Corpo do
Senhor sem recorrer antes à confissão sacramental (n. 916).
Vale a pena esclarecer algo: não existe
penitência verdadeira nem confissão válida sem propósito de emenda. Isso
serve para entender por que algumas pessoas não podem receber a
comunhão, já que vivem em uma situação habitual de pecado.
Mas ainda resta o pecado venial. Ninguém consegue escapar dele, e pretender estar livre de todo pecado venial é presunção.
Neste caso – quando se está em estado de
graça, mas com pecados veniais –, a penitência é interior e está inclusa
na liturgia. O pecado venial não impede a pessoa de comungar (pelo
contrário: é alimento interior que dá forças para combatê-lo), mas, ao
mesmo tempo, para participar dos sagrados mistérios, é preciso começar
reconhecendo nossos pecados.
Isso é familiar para quem vai à missa com
frequência, pois o ato penitencial faz parte da celebração (“Confesso a
Deus todo-poderoso, e a vós, irmãos…”). Depois, a preparação imediata
nos recorda que vamos comungar como convidados (“Felizes os convidados
para a ceia do Senhor”) e que não somos dignos de receber Jesus
(“Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada…”). De certa
maneira, estas também são palavras de contrição.
É interessante observar que, mesmo na
celebração da comunhão fora da santa missa, a liturgia é muito mais
breve, mas inclui estas duas partes penitenciais, as mesmas. É
importante recordar isso e renovar-nos na vivência da missa e de cada
uma de suas partes!
Em resumo: para comungar, é preciso
estar em graça de Deus. Mas, mesmo estando, nunca somos dignos de
receber Jesus. Isso não é um obstáculo para comungar, mas a dignidade do
sacramento exige que procuremos nos tornar o mais dignos possíveis.
domingo, 26 de julho de 2015
Culto ao Sagrado Coração de Jesus
De vez em quando, há uma fase em que parece haver um domínio de intelectualismo e racionalismo em áreas cristãs e até católicas. Em nome de austeridade, simplicidade evangélica ou até ecumenismo começa um desprezo pelas "devoções populares". Assim aconteceu nos séculos XVI e XVII. São João Eudes deu o grito de alerta e colocou a devoção ao Coração de Jesus no centro da vida de suas congregações, conseguindo Missa e Ofício para elas (1670). Antes, na Idade Média, Santas Gertrudes e Matilde, ambas beneditinas, o tinham antecipado.
Em 1675, uma filha espiritual de São Francisco de Sales, a futura Santa Margarida Maria, recebeu a graça (para ela e para nós!) das aparições de Jesus, destacando Seu Coração. Assim o amor de Deus, tornado visível no símbolo do coração, descia das alturas das especulações e das reflexões abstratas, para a verdade do amor encarnado! Jesus pediu a uma religiosa de clausura, muito humilde, que fizesse instituir uma festa litúrgica em honra do Sagrado Coração na 1ª sexta-feira depois do 2º domingo de Pentecostes (na época!). Por incrível que pareça, o Papa Clemente XIII aprovou a festa e o Ofício do Coração de Jesus. Em 1856, o Bem-aventurado Papa Pio IX estendeu a celebração para toda a Igreja. Finalmente, Pio XI, em 1929, fez compor nova Missa e Ofício para a solenidade.
Há um belo hino para as Laudes. Saboreie!
Jesus, autor da clemência,/ gozo, esperança
e perdão,/ fonte de graça e doçura,/
delícia do coração!
Do penitente, esperança,/ ao suplicante
atendeis./ Sois bom com quem vos
procura,/ se Vos achar, que sereis?
O Vosso Amor, ó Jesus,/ doce alimento
da mente,/ sem dar fastio, sacia,/ gerando
fome crescente.
Ó muito amado Jesus,/ da alma ansiosa
esperança,/ o coração num clamor,/
chama por Vós, não descansa.
Ficai conosco, Senhor,/ nova Manhã
que fulgura/ e vence as trevas da noite,/
trazendo ao mundo a doçura.
Jesus, suprema clemência,/ dos corações
suavidade,/ o Vosso Amor nos impele,/
incompreendida Bondade!
Jesus, ó Flor da Mãe Virgem,/ encanto,
amor, sumo Bem,/ a Vós louvor para
sempre/ no Reino Eterno, amém!
Jesus, autor da clemência,/ gozo, esperança
e perdão,/ fonte de graça e doçura,/
delícia do coração!
Do penitente, esperança,/ ao suplicante
atendeis./ Sois bom com quem vos
procura,/ se Vos achar, que sereis?
O Vosso Amor, ó Jesus,/ doce alimento
da mente,/ sem dar fastio, sacia,/ gerando
fome crescente.
Ó muito amado Jesus,/ da alma ansiosa
esperança,/ o coração num clamor,/
chama por Vós, não descansa.
Ficai conosco, Senhor,/ nova Manhã
que fulgura/ e vence as trevas da noite,/
trazendo ao mundo a doçura.
Jesus, suprema clemência,/ dos corações
suavidade,/ o Vosso Amor nos impele,/
incompreendida Bondade!
Jesus, ó Flor da Mãe Virgem,/ encanto,
amor, sumo Bem,/ a Vós louvor para
sempre/ no Reino Eterno, amém!
Nova logomarca do Apostolado da Oração do Brasil
O Apostolado da Oração (AO) do Brasil agora tem nova logomarca, com
design inovador e traços simples. O principal objetivo é criar uma
identidade única para o AO e ser difundido entre os núcleos espalhados
por todo o país.
O lançamento oficial aconteceu durante a 38ª Romaria Anual do AO no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, nos dias 13 e 14 de junho. A apresentação foi realizada pela assessora de marketing e comunicação, Angélica Cunha, que falou sobre o desafio de trabalhar no desenvolvimento do briefing.
"Creio que o desafio de criar a nova logomarca era buscarmos unir esse momento da Recriação do AO e a tradição da devoção ao Sagrado Coração de Jesus. A ideia que desejamos transmitir por meio da nova logomarca é: um Coração sempre novo, que acompanha as mudanças dos tempos, mas sem perder a sua essência. Que todos, ao olharem para essa marca, de pronto reconheçam nela o Apostolado da Oração do Brasil".
Para a criação da nova logomarca, desenvolvida por Rayniere Evangelista, assistente de marketing de Edições Loyola, foram considerados elementos importantes para o movimento e que retratassem o significado da devoção ao Coração de Jesus como, por exemplo, o amor, o sacrifício e a simplicidade.
Dentro do novo layout da marca existem três elementos em destaque, os quais estão especificados a seguir:
1. O Coração estilizado: símbolo do amor, sinal que o próprio Jesus escolheu para difusão da devoção ao seu Sagrado Coração.
2. O círculo semiaberto: o arco superior representa o Divino. O arco inferior representa todos os membros do AO, o povo de Deus, e todos os esforços realizados para testemunhar o Evangelho e levar em frente a devoção ao Sagrado Coração de Jesus. O círculo, em suas laterais, quase une-se totalmente, e representa também o mundo, pois é uma devoção mundial.
3. A Cruz: o ápice do amor de Cristo por nós. Os nossos sacrifícios do dia a dia. Simboliza também a fé e as orações. A abertura maior na parte inferior, do lado esquerdo, dá sentido de movimento e representa a caminhada e a missão de propagar a devoção.
O Logotipo tem letra legível e de fácil aplicação. A palavra "oração" foi colocada em destaque para lembrar o diferencial do Apostolado, que reza junto ao Papa, à Igreja e aos membros do AO-MEJ do mundo inteiro.
As cores também foram estudadas para a utilização. A junção delas, dos desenhos e da tipografia procura traduzir a espiritualidade e apresenta modernidade à logomarca, sem perder a seriedade proposta pelo Apostolado da Oração.
Texto: Vanessa Fonseca
O lançamento oficial aconteceu durante a 38ª Romaria Anual do AO no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, nos dias 13 e 14 de junho. A apresentação foi realizada pela assessora de marketing e comunicação, Angélica Cunha, que falou sobre o desafio de trabalhar no desenvolvimento do briefing.
"Creio que o desafio de criar a nova logomarca era buscarmos unir esse momento da Recriação do AO e a tradição da devoção ao Sagrado Coração de Jesus. A ideia que desejamos transmitir por meio da nova logomarca é: um Coração sempre novo, que acompanha as mudanças dos tempos, mas sem perder a sua essência. Que todos, ao olharem para essa marca, de pronto reconheçam nela o Apostolado da Oração do Brasil".
Para a criação da nova logomarca, desenvolvida por Rayniere Evangelista, assistente de marketing de Edições Loyola, foram considerados elementos importantes para o movimento e que retratassem o significado da devoção ao Coração de Jesus como, por exemplo, o amor, o sacrifício e a simplicidade.
Dentro do novo layout da marca existem três elementos em destaque, os quais estão especificados a seguir:
1. O Coração estilizado: símbolo do amor, sinal que o próprio Jesus escolheu para difusão da devoção ao seu Sagrado Coração.
2. O círculo semiaberto: o arco superior representa o Divino. O arco inferior representa todos os membros do AO, o povo de Deus, e todos os esforços realizados para testemunhar o Evangelho e levar em frente a devoção ao Sagrado Coração de Jesus. O círculo, em suas laterais, quase une-se totalmente, e representa também o mundo, pois é uma devoção mundial.
3. A Cruz: o ápice do amor de Cristo por nós. Os nossos sacrifícios do dia a dia. Simboliza também a fé e as orações. A abertura maior na parte inferior, do lado esquerdo, dá sentido de movimento e representa a caminhada e a missão de propagar a devoção.
O Logotipo tem letra legível e de fácil aplicação. A palavra "oração" foi colocada em destaque para lembrar o diferencial do Apostolado, que reza junto ao Papa, à Igreja e aos membros do AO-MEJ do mundo inteiro.
As cores também foram estudadas para a utilização. A junção delas, dos desenhos e da tipografia procura traduzir a espiritualidade e apresenta modernidade à logomarca, sem perder a seriedade proposta pelo Apostolado da Oração.
Texto: Vanessa Fonseca
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